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Hoje trazemos para você um guia explicativo sobre como domesticar criaturas das pastagens de Tamura em Creatures of Ava com detalhes precisos. O Creatures of Ava reside no incrível desafio de como domar as inúmeras criaturas e peregrinações em sua terra. Neste jogo, é fundamental fazer amizades com as inúmeras criaturas que residem nas pastagens de Tamura. Para iniciar o caminho da amizade, os jogadores precisam primeiro curar as criaturas selvagens de quaisquer doenças infecciosas que as afetem. A habilidade encantadora da flauta só pode ser usada depois de purificada. Tocar músicas legais nele permitirá ao jogador chamar sua atenção, o que mais tarde lhe proporcionará uma conexão que lhe permitirá emitir comandos e orientar seu novo companheiro. Como domesticar criaturas das pastagens de Tamura em Creatures of Ava Acima de tudo, você precisará aprender a tocar flauta para controlar as criaturas das pastagens de Tamura. Ao tocar habilmente suas melodias únicas, você ganha o controle delas, que será usado para revelar caminhos ocultos ou enviar com segurança para o transporte dos bots de resgate para o BioArk. Salvar as criaturas não é apenas um aspecto fundamental para o avanço do enredo, mas também é uma das chaves para desenvolver seu personagem ao máximo. Cada criatura salva recompensa o jogador com pontos de habilidade que podem ser investidos em uma árvore de habilidades para desbloquear novas habilidades ou para melhorar atributos vitais como sua saúde e resistência. Aprenda sua linguagem musical para entrar nesta jornada incrível. As próximas notas certamente ajudarão você a fazer amizade com as criaturas das pastagens de Tamura. Ura: Esta é a melodia mais simples que você pode tocar na flauta. Se você conseguir dominar esta melodia simples, será capaz de subjugar uma pequena criatura, que pode destruir as fundações rachadas. Em um reino como este, os atalhos são tão fáceis quanto dar um passeio para acabar com a malignidade. Para tocar esta melodia, você precisará apenas das notas C, E e G.Kraj: "Liberte o poder musical do seu instrumento com outra melodia simples. Este companheiro versátil, o Kraj, pode ser controlado para cruzar pontes de criaturas, deslizar por passagens estreitas e até mesmo cortar cordas para abaixar pontes para abrir novas rotas. Outro é necessário um comando melódico para domar esta criatura, basta tocar as notas D, D, A para colocá-la sob seu controle."Ohol: Um monstro parecido com um pássaro pode quebrar cordas para derrubar pontes revelando novos caminhos no mundo. Montado com a sequência G, F, F, mantenha o primeiro F pressionado por um segundo, solte-o imediatamente e, em seguida, acerte ambos os F rapidamente.Tama: Um Tama, quando selvagem, dá a chave dos tesouros enterrados. Tocando esta melodia D, A, D, A, D, A você se conectará com a criatura. Agora, os Tamas são muito mais úteis porque podem desenterrar objetos escondidos no subsolo, tornando-se um método muito bom para obter muitos recursos.Huhu: Essa coisinha rosa é fofa e útil. Ele tem uma habilidade especial que lhe permite abrir plantas de pinata com algumas recompensas muito legais dentro delas, que, claro, incluem cervejas restauradoras da saúde. Então agora, ao chamá-la, você usa sua flauta mística e toca nela os tons EGA. Olhe para a pinata se abrindo, derramando todas as suas guloseimas antes de colocar os pés. Finalmente, agora que cobrimos Como domesticar criaturas das pastagens de Tamura em Creatures of Ava, resta-nos continuar nosso progresso neste jogo movimentado.
Ontem, eu vi esta* imagem em um blog e fui saber do que se tratava a postagem. Infelizmente era só a imagem sem nenhuma explicação. Sabia que era o Tzolkin, mas nunca havia visto os hexagramas do I Ching na mesma imagem e foi isso que me chamou a atenção. Pesquisando na internet, achei algumas coisas interessantes e que talvez não sejam nenhuma novidade porém, acho válido dar uma lida ou relida. O primeiro texto "O TZOLKIN E O I CHING", encontrei num Yahoo groups de 2003. Embora ele seja meio confuso, acho que vale dar uma lida e apurar o que for "aceito" pela mente lógica e sentido pelo coração. Os outros textos foram retirados de um site e de um blog com os respectivos créditos. Para começar, segue um link interessante de uma tabela contendo kins, hexagramas, arcanos do tarô... Tzolkin O TZOLKIN E O I CHING O Tzolkin modula com seus 260 códigos uma Grade estrutural ligada em Rede a Quarta dimensão, conectando informações de dimensões elevadas ao mundo tridimensional. Em princípio é um corpo energético que pode ser chamado de corpo de Luz ou corpo elétrico. Cada forma de vida ,que aparece como Matéria recebe um traje etérico. Não existe nenhum indivíduo vivo que não possua essa matéria etérica. O corpo etérico é de natureza individual definindo uma estrutura essencial um fino material reconhecido como código genético ( 64 códigos de DNA). Os 64 códigos do I Ching apresentam estes aspectos de forma arquetípica. A matéria grosseira que dá forma a vida possui 64 códons que correspondem ao DNA (RNA). Somente esta informação pode ser manifestada ,o que este fino material permite. Reativando a quarta dimensão abre se o sonho da abundância da vida em expansão. A relação além é o Tzolkin. Ele necessita de um interruptor, a fim de ligar neste mundo outros níveis dimensionais, que se seguem ā quinta dimensão - fazendo o convite a Vida para que ela se mova. A estrutura do Corpo de Luz é uma condição para que o formulário seja consultado, a fim de unir as escalas das dimensões mais elevadas. Isso significa muito , esta etapa evolutiva não é como a pressão de uma obrigação, ao invés disso apresenta a consciência natural do que pode ser realizado através desse ato. É um desenvolvimento espiritual onde o indivíduo carrega sua própria independência, representando a própria base de tudo. A vista puramente mental é secundária. O caminho vai sobre o coração e não sobre a cabeça. O código galáctico através das Runas representa outros níveis, através da consulta aos arquétipos encontramos a Fonte, informações elevadas podem ser acessadas para que o campo da vida tridimensional possa fluir...quando a relação com o Corpo de Luz existe. O Tzolkin é a Forma através da qual podemos consultar a Matriz da quarta dimensão, onde o Corpo de Luz se encontra estruturado. Fonte: http://groups.yahoo.com/group/tt-watch/message/19785 _________________ O I Ching e o DNA Apesar de conhecido desde o início do século, foi com o famoso estudo de Watson e Crick que o DNA ganhou a importância científica que tem hoje, conferindo aos seus pesquisadores o Prêmio Nobel de 1962. Chamada de “molécula da vida”, contém a codificação genética dos seres vivos, determinando espécies e todas as suas características, programando todos os processos de vida por intermédio de 64 palavras codificadas, cada uma constituída de três dentre quatro letras. Sua estrutura básica é formada pelos cordões positivo e negativo, semelhante aos princípios básicos Yin e Yang do I Ching. A semelhança não é fortuita, como mostram as coincidências na tabela de comparação vista abaixo. O DNA é uma molécula semelhante a uma corrente, formando um cordão duplo contorcido (hélices antiparalelas). Essa dupla hélice é constituída por duas correntes alternadas de grupos fosfóricos e de desoxirribose, interligados por hidrogênios a intervalos regulares por dois pares de bases. Essas bases são o par Timina (T) - Adenina (A) e o par Citosina (C) - Guanina (G). Essas letras A, G, C e T são as letras do código e formam par com as letras T, C, G, e A do degrau paralelo da dupla hélice, encaixando-se exatamente como os elementos de um zíper. O código genético depende da seqüência ou ordenamento de cada par base, que ligam as hélices. Três dentre estas 4 letras constituem uma palavra-código, resultando numa combinação de 64 elementos. Os pares A, G, T e C ligam as hélices, determinando a codificação. A serpente do I Ching, símbolo tão antigo quanto o oráculo, parece indicar a incrível semelhança com o DNA, como que antecipando essa descoberta. Cronologia da descoberta circa 3000 a.C. – Fu Hsi estabelece as bases do sistema binário e do I Ching, na forma das forças Ying e Yang. 1713 – Leibnitz, matemático suíço, cria em 1713 as bases do sistema matemático binário, onde os valores são expressos em função dos estados "1" (ligado, positivo) e "0" (desligado, negativo). Foi a partir daí que foi possível o desenvolvimento do sistema binário que é a base dos computadores. Leibnitz identifica as semelhanças do I Ching com seu sistema binário. 1953 – Watson e Crick identificam o DNA como portador da informação genética. 1962 –Watson e Crick comunicam a descoberta da molécula do DNA e ganham o Prêmio Nobel por isso. 1969 – Surge o artigo de E. H. Gräfe na revista de medicina geral Der Landarzt, intitulado "I Ching, o Livro das Mutações e o código genético, o Livro da Vida". 1973 – O médico Martin Schönberger publica o seu livro "Verborgener Schlüssel zum Leben", mostrando a concordância exata do código genético com a estrutura numérica e o princípio de polaridade do I Ching. Quadro-resumo das semelhanças Fonte:http://www.mlopes.eng.br/iching/ _____________ A Matriz do Tzolkin Matéria e energia Para os Maias, tudo que existe é composto de partículas. Partículas que estão em contínuo movimento e em constante vibração. Tudo que vibra pode ser representado em forma de onda e toda forma de onda pode ser codificada dentro da matriz do Tzolkin. Tudo que existe pode manifestar-se dentro desta matriz matemática. Uma partícula pode ser uma parte constitutiva de um átomo, um ser humano, um planeta ou uma galáxia. As partículas são como os atores de uma peça. Estas partículas em um determinado momento no tempo ocupam um lugar localizado no espaço. O lugar no espaço e o lugar no tempo, o espaço-tempo, é como o cenário da peça onde as partículas se movem. Existem também forças ou energias que movimentam as partículas permanentemente no espaço-tempo fazendo com que elas interajam umas com as outras. Pense na energia como um roteiro que coordena a atuação que estes atores devem seguir no cenário, o espaço-tempo. Cada atuação é única. Não existe outra igual em todo o cenário. Pode-se dizer então que a peça é a soma de todas as atuações. A atuação também depende da platéia que também interfere na atuação. Existem milhares de milhões de possibilidades para que estas partículas se configurem no espaço-tempo. Por isso o Universo é a soma total de todas as possibilidades. Hunab-kú, ou Deus, é a soma total das possibilidades que todos os átomo, seres humanos, estrelas ou sois podem viver e das novas possibilidades que resultam do reflexo de umas contra a as outras eternamente. A matriz do Tzolkin é composta de 260 posições, 13X20, que é uma fração de 26.000 anos que corresponde a duração de um dia galáctico. Este é o mesmo tempo que leva um raio de luz para viajar desde o centro da nossa galáxia até o nosso sol. Dentro do Tzolkin estão codificados todos os tipos de energia, matéria ou vida que podem se organizar com a informação divina. Elementos químicos As 260 posições da matriz do Tzolkin Maia, estruturam os diferentes tipos de energia que se manifestam na terceira dimensão do Universo. Quatro campos, cada um com 36 posições, dão 144 elementos diferentes possíveis da matéria dos quais 118 estão classificados pela ciência na tabela periódica química. 144 unidades de energia radiante são formas distintas de energia densificada. Matéria que se organiza com informação de origem divina, formando a estrutura da matéria na terceira dimensão. Dois campos, cada um com 16 posições, de cada lado da coluna mística, representam 32 unidades de energia cristalina. O DNA Dois campos nos locais centrais, cada um com 32 posições, dão os 64 aminoácidos, energia genética onde está codificada a informação humana. O DNA. A forma física do ser humano é o resultado da organização de luz e energia por uma informação codificada de origem divina. É o que produz a forma de onda de cada um de nós. O código da vida é composto por 64 combinações possíveis de quatro aminoácidos básicos que têm a informação necessária para replicar a vida inteligente. O I-Ching Os chineses deixaram o código da vida registrado no I-Ching. Uma linha partida chamada Yin, que representa a matéria, e um linha contínua chamada Yang, que representa a energia. Yin e Yang são dois elementos distintos que representam as duas substâncias originais necessária para replicar um ser humano e que em química se chamam Purina e Pirimidina. Purina A Purina e formada por cinco átomos de carbono e 4 de nitrogênio. Se organizam em um anel hexagonal unido a um anel pentagonal. Pode ser representada por Yin e fornece a energia para os processos bioquímicos das células. Quando reage com o hidrogênio produz dois ácidos nucléicos básicos chamados Adenina (A) e Guanina (G). Pirimidina A Pirimidina é formada por quatro átomos de carbono e dois de Nitrogênio e que se organizam em um anel Hexagonal. Pode ser representada pela linha contínua como o Yang. Quando reage com o hidrogênio, produz os outros dois ácidos nucléicos básicos chamados Timina (T) e Citosina (C). Aminoácidos Os dois símbolos iniciais podem então ser combinados para produzir quatro ácidos: Adenina, Guanina, Timina e Citosina. As quatro bases combinam entre si, unindo-se de 3 em 3 produzindo 64 combinações possíveis. Dentre estas estão os 20 aminoácidos conhecidos. Da união dos aminoácidos formam-se as proteínas que são a matéria das células. A partir destas forma-se os tecidos. Das 64 combinações possíveis, apenas 20 estão ativas no ser humano. As outras 44 estão inativas. São como programas de computador que não estamos usando. No entanto já começaram a nascer em todas as partes do mundo, crianças que possuem 24 aminoácidos ativos nos núcleos das suas células. Quatro aminoácidos adicionais estão se ativando na estrutura básica do ser humano. Estas crianças nunca ficam doentes. Nascem com um super sistema imunológico e com faculdades psíquicas fora do normal. Não precisam de enfermidades ou do medo para que entendam a vida. Começaram a aparecer na China e estão sendo chamadas de crianças Índigo. Elas podem movimentar objetos a distância e comunicam-se entre si telepaticamente. A Lua, Vênus, Marte, Mercúrio principalmente e os outros planetas refletem para a Terra esta energia. A quantidade que refletem depende da localização deles na suas órbitas em redor do Sol e da posição do nosso planeta. Esta energia regula desde as marés até as fases de crescimento de todas as coisas em nosso planeta. Ela é aceita por todos os povos como a força vital. Parcelo a chamou de Evestrum, os Egípcios a chamaram de Ka, os Gregos de Pneuma, os Hebreus de Ruan, os Hindus de Prana, os Japoneses de Ki, os Chineses de Chi e os Maias de Puah. A matriz é composta por 20 colunas, representadas por cada um dos 20 dias do mês e seus correspondentes glifos sagrados, e 13 níveis (linhas), representadas por 13 números Maias. A partir do primeiro nível e da primeira coluna, são inseridos, horizontalmente, uma sequência de 13 números. A sequência é então repetida a partir da décima-quarta posição, se deslocando da esquerda para a direita e de cima para baixo até completar um total de 20 repetições da série numérica. Os Maias descobriram que pela posição dos planetas no sistema solar, há alguns dias em que se recebe mais energia na Terra, facilitando os processos de tomada de consciência, crescimento interior e sincronismo com o Universo. São 52 dias denominados Portais Energéticos, dos 260 dias que formam o Tzolkin completo. Esse dias que vibram de maneira especial pela energia que se recebe simultanêamente de todo o Universo. A marcação destes dias na matriz gera uma forma simétrica refletida sobre uma linha central, o sétimo nível da matriz. Eles a chamavam de coluna mística. Na parte superior encontra-se a onda positiva que todos os seres recebem de Hunab-Ku. O giro do furacão que irradia para fora uma energia indescritível desde o ponto central. Na parte inferior encontra-se a representação da onda negativa, o giro contrário do furacão, que atrai para dentro uma enorme quantidade de energia para o ponto central no coração da Galáxia. Hunab-Ku, no centro da Galáxia, pulsa energia e informação no sentido horário e anti-horário simultaneamente. O coração da Galáxia emite uma série contínua de sinais, que nós chamamos de rádio emissões. Estes sinais sincronizam todos os seres vivos do Universo e encontram-se codificados de uma maneira muito simples, para que todos os seres possam coordenar-se harmonicamente ao utilizá-los. Os Maias codificaram estas frequências de luz, informação e energia na matriz do Tzolkin. Uma matriz matematicamente muito simples que permite acomodar todas as combinações harmônicas possíveis. É uma tabela periódica de frequências galácticas. Somando-se, a partir da coluna mística, o número das linha na parte superior e o seu correspondente na parte inferior teremos sempre o número 14 como resultado. (6 + 8 = 14, 5 + 9 = 14, ... 1 + 13 = 14). A soma de todos os níveis da matriz dá 91 (1 + 2 + 3 + 4 +...+ 12 + 13 = 91) que corresponde ao número de dias que tem cada uma das 4 estações climáticas do ano. Também é igual 13, número mágico Maia, multiplicado por 7 (13 x 7 = 91). A soma dos quatro números nas extremidades no retângulo externo na matriz do Tzolkin resultará em 1 + 7 + 7 + 13 = 28. O próximo retângulo interno ao primeiro também resulta em 9 + 13 + 1 + 5 = 28. Isto se repete até o retângulo mais interno formado pelos número 2 + 11 + 3 + 12 = 28. Isso acontecerá sempre com as extremidades do retângulo avaliado.13 lunações se sucedem em um ano. A Lua dá 13 giros em volta da Terra enquanto esta dá 1 volta ao redor do Sol. 13 ciclos de 28 dia completam 364 dias e que adicionados a um dia de purificação, para receber o ano novo, completam os 365 dias do ano. A Lua gira 90 graus a cada semana (7 dias). Cada dia corresponde a um deslocamento de 13 graus. A cada 28 dias um giro completo de 360 graus. Devido a órbita da Lua ao redor da Terra, que se desloca ao redor do Sol, ser elíptica e muito excêntrica, seu giro sinódico dura 29 dias e 12 horas. Por desejo do Imperador Romano Júlio César e do Papa Gregório 13, a medida do tempo foi modificada. O ano foi dividido em 12 meses desiguais, com diferentes números de dias. Perdeu-se um mês, uma lunação completa, que ficou repartida em pequenas cotas nos outros meses do ano, e com ela perdemos a sincronia com a natureza, com o Sistema Solar. Passamos a medir o tempo mecanicamente, sem nenhuma relação com os ciclos naturais do planeta, da Lua e do Sol. O ser humano de hoje vê o Universo como um relógio, uma máquina insensível. Tzol significa contar, Kin significa dia, portanto o Tzolkin é um instrumento para contar os dias. Um calendário de 260 dias, 13 vezes 20 dias. No corpo existem 13 pontos de poder, nas articulações principais. Um no pescoço, dois nos ombros, dois nos cotovelos, dois nos pulsos, dois nos quadris, dois nos joelhos e dois nos tornozelos. sabedoriauniversal.wordpress.com Existem 13 Baktuns ou períodos de 400 anos (tunes) num ciclo Maia de 5.125 Tuns entre um raio sincronizador e outro. Treze multiplicado por quatro dá 52, uma fração do grande ciclo Maia de 5.125 tuns. 13 é o número da proporção cósmica, a chave interdimensional. O Tzolkin pode ser visto de duas maneiras. Como um conjunto de rodas calendáricas ou como uma matriz. Duas rodas que giram em velocidades diferentes. Uma designa os dias como um número de 1 a 13 e a outra com um dos 20 glifos sagrados. Estas rodas giram eternamente em combinação com a roda de 365 posições do Haab, que marca em que mês está cada dia já designado pelas outras duas rodas. Coordenavam o giros dos dois calendários a cada 52 anos quando a posição inicial das rodas dos dois calendários coincidia. Uma proporção dos 5.125 tunes que dura o aparecimento do raio sincronizador da Galáxia. A cada 52 anos, ou seja, a cada 18.980 kines eram realizados 13 dias de festas durante os quais era comemorada a descida do céu do fogo novo e a saída do Sol. Estes 13 dias sincronizavam a duração do ano solar de 365,25 dias no ano do Haab de 365 kins. Isto é, 52,25 nos dá os 13 dias que eles festejavam a cada 52 anos. No calendário gregoriano que utilizamos, este ajuste é feito a cada 4 anos pela adição de um dia ao mês de fevereiro, o que deu origem ao anos bissextos. Para os Maias, o ser humano só completava o seu desenvolvimento ao atingir a idade de 52 anos. Fonte: http://cmtzolkin.blogspot.com.br/2006/02/matriz-do-tzolkin.html http://cmtzolkin.blogspot.com.br/2006/02/matriz-do-tzolkin_27.html *http://iching-wisdom.blogspot.com/2012/07/tzolkin-e-o-i-ching.html (blog removido)
Algunos disparates, errores y meras invenciones que sobre la Atlántida han estado divulgando ciertos escritores. Georgeos Díaz-Montexano, Historical-Scientific Atlantology Adviser for James Cameron…
get to know me: [2/15] female characters Diana Prince (DCEU) // You would knowingly sacrifice all those lives? As if they mean less than yours. As if they mean nothing. Where I come from generals...
Adentrarse en estas tierras es conocer un país que ha mantenido su diferencia dentro de Gran Bretaña aun teniendo por vecina a la poderosa Inglaterra.
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A revolução do coração já começou. O medo da morte e o desejo proteger a família valem qualquer risco. Era com este pensamento que Esteban Rodríguez decidiu que a melhor coisa a se fazer naquele momento crítico pelo qual passavam, era fugir. O plano era fugir para França para escapar às garras do rei de Espanha, que os perseguia incessantemente para lhe cobrar uma dívida que ele não tinha como pagar. Ele contava que, ao chegar a território francês, teria como garantir a sua proteção, bem como da mulher e da filha. Mas as coisas não correm como o planeado. Fiona Rodríguez embarca sozinha para França, obrigada a deixar os pais para trás à mercê de um destino que lhe era desconhecido. Por sorte consegue trabalho como dama de companhia da cunhada do rei, mudando-se assim para o palácio de Versalhes. A opulenta corte de Versalhes será palco da paixão avassaladora que o rei, Louis de Bourbon, irá nutrir pela jovem espanhola, será espectadora do ódio da rainha assim que descobre que ela é a nova amante do marido, que tenta a todo o custo conquistar e que a rejeita, assim como será a testemunha de todas as artimanhas que a rainha usará para afastar Fiona de Louis, tendo como cúmplice o primeiro-ministro do rei, o cardeal de Bordéus. Isto até o rei afastar Fiona de Versalhes sem qualquer hesitação, levando-a a casar com um duque que lhe mostra que o Inferno não é uma mera alegoria. Obra escrita em português de Portugal. © Todos os direitos reservados a Carla Sousa. Capa por: @deniseebarbosa_ 2° LUGAR NO CONCURSO IMMORTALS NA CATEGORIA FICÇÃO HISTÓRICA. 1° LUGAR NO CONCURSO MAGIC SHOP NA CATEGORIA ROMANCE. 1° LUGAR NO CONCURSO RAPOSA DE OURO NA CATEGORIA FICÇÃO HISTÓRICA.